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Duas ações de fiscalização resultaram na apreensão de 127 toneladas de peixes e R$ 3.208.200,00 (três milhões, duzentos e oito mil e duzentos reais) em autuações no dia 13 de julho nos estados do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro. O trabalho integra a Operação Mullet.

Os supostos ilícitos ambientais foram identificados pela Sala de Comando da operação, que utilizou informações colhidas em campo pelos agentes e dados do Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por Satélite (Preps).

Após a identificação dos portos de desembarque, equipes de campo, por terra e por mar, foram enviadas para abordagem.

 

Pesca em áreas não autorizadas durante a safra da tainha, sem licença e desligamento do aparelho rastreador do Preps foram algumas das irregularidades encontradas.

No Rio Grande (RS) foram lavrados cinco autos de infração, totalizando R$ 2.963.800,00 (dois milhões, novecentos e sessenta e três mil e oitocentos reais) em multas, e apreendidas 115 toneladas de peixes.

 

A ação contou com apoio da Polícia Federal e da PATRAM/Brigada Militar. Já em Niterói (RJ), a ação ocorreu na Baía de Guanabara em conjunto com Polícia Federal e a Marinha do Brasil.

 

Os responsáveis pela atividade ilegal receberam auto de infração no valor de R$ 244.400,00 (duzentos e quarenta e quatro mil e quatrocentos reais) e 12 toneladas de tainha e uma embarcação foram apreendidas.

A operação segue em parceria com a Capitania dos Portos, Polícia Federal, ICMBio e Polícia Militar Ambiental.

Os peixes apreendidos foram destinados ao Programa Mesa Brasil, do Serviço Social do Comércio (SESC), que distribui alimentos a instituições cadastradas e beneficia milhares de pessoas. No Rio Grande de Sul e no Rio de Janeiro, foram doadas 51,54 e 12 toneladas de pescado, respectivamente.

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